Publicada no Jornal Barra Notícias
Por Renata Sodré
As olimpíadas desse ano tem a China como país-sede, e a cidade de Pequim será o palco desse show mundial dos esportes. Entre sua exótica cultura que mistura tradição e modernidade e os problemas urbanos pelos quais o país passa, há curiosidades de sobra sobre essa nação comunista que se desenvolve cada dia mais em uma sociedade capitalista.
Desde que ganhou em 2001 o direito de sediar as olimpíadas, a China tenta driblar um de seus mais graves problemas: a poluição. Com a metade dos rios contaminados e o ar com cinco vezes mais dióxido de carbono que o recomendado para os seres humanos, Pequim tomou medidas drásticas para oferecer aos atletas e aos espectadores uma “Olimpíada Verde”.
Para ter um resultado positivo nessa campanha, os organizadores precisaram fechar algumas fábricas, implantar mais três linhas de metrô, manter um rodízio que tira a metade dos carros da rua e criar um espaço verde de dez mil hectares, com 22 milhões de árvores, 46 milhões de metros quadrados de grama e 40 milhões de flores que foram espalhadas por toda a cidade. Quando se trata do país mais populoso do mundo, os números não poderiam ser menores.
Beijing (nome original da capital chinesa) terá 31 lugares de competição e dentre as modernas e grandiosas construções, está o estádio olímpico “Ninho de Pássaro”, a principal sede olímpica e o maior orgulho dos organizadores chineses. Com capacidade para receber 91 mil pessoas, o estádio com design inovador, será o palco das cerimônias de abertura e de encerramento, além de receber as provas de atletismo e jogos de futebol.
O velejador Robert Scheidt, que poderá ser o único atleta brasileiro a ser tricampeão olímpico, é um dos favoritos ao ouro e será ele quem carregará a bandeira do Brasil durante a passagem da delegação brasileira na cerimônia de abertura. Outra grande promessa é o nadador Thiago Pereira que terá que enfrentar o americano Michael Phelps, recordista mundial na categoria. A atleta Maurren Maggi, de salto em distância, a seleção masculina de vôlei e os atletas da ginástica olímpica são outros dos muitos nomes que compõe a lista de possíveis campeões olímpicos brasileiros.
A cidade do Rio de Janeiro é uma das candidatas para sediar os jogos olímpicos de 2016, e caso seja escolhida, assim como Pequim, terá que se reestruturar para estar de acordo com as recomendações do Comitê Olímpico Internacional. Mas enquanto aguardamos ansiosos por essa resposta, vamos torcer pelos nossos atletas que prometem fazer bonito do outro lado do mundo.
Por Renata Sodré
As olimpíadas desse ano tem a China como país-sede, e a cidade de Pequim será o palco desse show mundial dos esportes. Entre sua exótica cultura que mistura tradição e modernidade e os problemas urbanos pelos quais o país passa, há curiosidades de sobra sobre essa nação comunista que se desenvolve cada dia mais em uma sociedade capitalista.
Desde que ganhou em 2001 o direito de sediar as olimpíadas, a China tenta driblar um de seus mais graves problemas: a poluição. Com a metade dos rios contaminados e o ar com cinco vezes mais dióxido de carbono que o recomendado para os seres humanos, Pequim tomou medidas drásticas para oferecer aos atletas e aos espectadores uma “Olimpíada Verde”.
Para ter um resultado positivo nessa campanha, os organizadores precisaram fechar algumas fábricas, implantar mais três linhas de metrô, manter um rodízio que tira a metade dos carros da rua e criar um espaço verde de dez mil hectares, com 22 milhões de árvores, 46 milhões de metros quadrados de grama e 40 milhões de flores que foram espalhadas por toda a cidade. Quando se trata do país mais populoso do mundo, os números não poderiam ser menores.
Beijing (nome original da capital chinesa) terá 31 lugares de competição e dentre as modernas e grandiosas construções, está o estádio olímpico “Ninho de Pássaro”, a principal sede olímpica e o maior orgulho dos organizadores chineses. Com capacidade para receber 91 mil pessoas, o estádio com design inovador, será o palco das cerimônias de abertura e de encerramento, além de receber as provas de atletismo e jogos de futebol.
O velejador Robert Scheidt, que poderá ser o único atleta brasileiro a ser tricampeão olímpico, é um dos favoritos ao ouro e será ele quem carregará a bandeira do Brasil durante a passagem da delegação brasileira na cerimônia de abertura. Outra grande promessa é o nadador Thiago Pereira que terá que enfrentar o americano Michael Phelps, recordista mundial na categoria. A atleta Maurren Maggi, de salto em distância, a seleção masculina de vôlei e os atletas da ginástica olímpica são outros dos muitos nomes que compõe a lista de possíveis campeões olímpicos brasileiros.
A cidade do Rio de Janeiro é uma das candidatas para sediar os jogos olímpicos de 2016, e caso seja escolhida, assim como Pequim, terá que se reestruturar para estar de acordo com as recomendações do Comitê Olímpico Internacional. Mas enquanto aguardamos ansiosos por essa resposta, vamos torcer pelos nossos atletas que prometem fazer bonito do outro lado do mundo.
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